Cancêr de ovário

Os ovários são dois órgãos que se ligam junto com trompas ao útero, um de cada lado. O câncer de ovário mais comum é o que começa nas suas células epiteliais (80%), ou seja, as células que o revestem. O câncer de ovário é geralmente silencioso, demora a apresentar sintomas e pode crescer bastante antes de ser detectado. Infelizmente, cerca de 75% dos casos têm o diagnóstico firmado quando a doença já está avançada, 10% dos casos têm um componente genético e podem estar relacionados com o câncer de mama.

É importante ressaltar que o aparecimento de cistos no ovário não costuma ter relação com câncer de ovário. Esses cistos são formações císticas, contendo líquido que nem sempre causam sintomas e na maioria das vezes desaparecem sozinhos. Na maioria das vezes fazem parte da ovulação. Porém, quando são volumosos ou tem características suspeitas exigem cirurgia para esclarecer a dúvida. O câncer de ovário é mais comum em mulheres na menopausa e o uso de anticoncepcional diminui o risco do seu desenvolvimento.

Os sintomas são comuns a várias doenças e podem ser confundidos com outros problemas e entre eles estão:dor abdominal ou na região pélvica;aumento de volume abdominal;aumento da frequência urinária;dor lombar (dor nas costas);sangramento. A visita anual ao ginecologista aumenta a chance de detectar o problema. Durante o exame físico, de toque e palpação do abdômen, o especialista pode detectar alguma anormalidade, mas para que isso ocorra, o tumor já deve ter crescido bastante. Exames de ultrassom transabdominal e transvaginal podem ajudar a diagnosticar a doença em estágios iniciais.

Quando há uma forte suspeita de câncer de ovário, o médico pode pedir exames adicionais como tomografia computadorizada, colonoscopia (para avaliar a parte interna no intestino grosso), CA 125 (que é um marcador tumoral que pode estar aumentado no câncer de ovário) e outros, sempre individualizando caso a caso. A confirmação do diagnóstico é feita pela biópsia (análise do tecido suspeito) obtida pela cirurgia. Ainda não existe nenhum método totalmente eficaz no diagnóstico precoce do câncer de ovário. A história, exame físico, ultra-som e marcador tumoral CA-125, laparoscopia diagnóstica é o que dispomos inicialmente para tentar um diagnóstico precoce. Confirmado o diagnóstico, o tratamento vai depender do estadiamento da doença, isto é, do estágio em que ela se encontra.

No caso de doença mais avançada, pode ser ainda necessária a retirada de outros órgãos, como segmentos do intestino, além de ressecção de eventuais implantes. É a chamada citorredução e o intuito é retirar o máximo de doença possível para que no final da cirurgia não haja doença visível. Também se utiliza a quimioterapia na maioria dos casos, que pode ser uma combinação de várias drogas administradas por via endovenosa. As chances de sucesso do tratamento dependem dos seguintes fatores: estágio do câncer;tipo de tumor;idade da paciente;estado geral de saúde;tipo de cirurgia realizada;resposta ao tratamento de quimioterapia.

A visita médica pelo menos uma vez ao ano é necessária e fundamental para diagnóstico precoce.

Para a prevenção do câncer de ovário valem as recomendações da boa saúde: alimentação rica em fibras, frutas, legumes e verduras, pobre em carnes vermelhas e gorduras, prática de exercícios físicos e parar de fumar.

Ainda não existe nenhum método totalmente eficaz no diagnóstico do câncer de ovário e os pesquisadores do mundo inteiro estão em busca de marcadores sanguíneos que possam indicar a presença do tumor antes mesmo dele causar sintomas.

Confirmado o diagnóstico, o tratamento vai depender do estadiamento da doença, isto é, do estágio em que ela se encontra. O procedimento básico de diagnóstico e tratamento é a cirurgia.

Sua extensão vai depender das dimensões do tumor e da presença de comprometimento de outros órgãos. Ela pode se limitar à remoção dos dois ovários e trompas, útero, gânglios linfáticos, biópsias do peritônio, omentectomia (retirada de tecido gorduroso sobre o intestino grosso) e lavado peritoneal (coleta de líquido para análise de presença de células malignas).

No caso de doença mais avançada, pode ser ainda necessária a retirada de outros órgãos, como segmentos do intestino, além de eventuais implantes. É a chamada citorredução e o intuito é retirar o máximo de doença possível para que no final da cirurgia não haja doença visível.
Também se utiliza a quimioterapia na maioria dos casos, que pode ser uma combinação de várias drogas administradas por via endovenosa.
As chances de sucesso do tratamento dependem dos seguintes fatores:

• Estágio do câncer;
• Tipo de tumor;
• Idade da paciente;
• Estado geral de saúde;
• Tipo de cirurgia realizada;
• Resposta ao tratamento de quimioterapia.

Para a prevenção do câncer de ovário valem as recomendações da boa saúde: alimentação rica em fibras, frutas, legumes e verduras, pobre em carnes vermelhas e gorduras, prática de exercícios físicos e parar de fumar.

Ainda não existe nenhum método totalmente eficaz no diagnóstico do câncer de ovário e os pesquisadores do mundo inteiro estão em busca de marcadores sanguíneos que possam indicar a presença do tumor antes mesmo dele causar sintomas.

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